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Dois homens e uma mulher discutindo sobre uma proposta de seguro patriminial sobre a mesa.

Seguro patrimonial: um guia para você tirar todas suas dúvidas!

O seguro patrimonial é o investimento que garante a integridade dos bens da empresa. É uma forma de proteger os bens móveis e imóveis da pessoa jurídica.

Você trabalha muito e constituiu o seu patrimônio com muito suor. Está na hora de pensar em proteger os bens de sua empresa e deixar as preocupações de lado. É isso é possível com o seguro patrimonial.

Contratar um seguro para pessoas jurídicas permite que o empresário dê mais atenção ao próprio bem-estar e de seus familiares. Afinal, para que tanto esforço se não puder passar bons momentos ao lado de quem ama?

Você precisa de tranquilidade para cuidar da sua família? Veja, neste artigo, como o seguro patrimonial pode ajudá-lo!

acidente de automóvel

Bateram no meu carro! O que faço agora?

É muito importante saber como proceder em situações como essas. Com os nervos à flor da pele, alguns detalhes podem ser deixados de lado e trazer prejuízos para você. Confira.

Sofrer um acidente de trânsito é algo que realmente afeta o dia, principalmente quando você não tem culpa da ocorrência e a colisão ocorre por causa de outra pessoa. Nesses momentos surge a dúvida: bateram no meu carro, e agora? O que eu faço para resolver isso?

Apesar de ser um momento complicado, é preciso manter a tranquilidade e tentar resolver o problema da melhor maneira possível — afinal, todo motorista está propenso aos imprevistos no trânsito, por mais cauteloso que ele seja.

Pensando nisso, escrevemos este artigo para explicar quais são os procedimentos necessários nesse tipo de situação. Boa leitura!

Confira se todos estão bem

Após um acidente envolvendo dois ou mais veículos, todos os condutores devem parar. Em seguida, é preciso verificar se todos os ocupantes estão bem e se há a existência de algum ferido. Nesse caso, acionar o resgate com urgência é fundamental.

Já nas ocorrências sem vítimas, a conduta correta é tentar estabelecer uma conversa amigável com o outro motorista no intuito de resolver a situação o mais rápido possível. Nesse momento, é essencial evitar qualquer tipo de brigas ou discussões.

Sinalize o local do acidente

Sinalize o local para evitar que aconteça um novo acidente, como outras colisões ou atropelamentos. Ligue o pisca-alerta e posicione o triângulo em um perímetro aproximado de 30 metros do veículo.

Fotografe o local em que a batida ocorreu e os danos no carro, pois as imagens podem servir de provas caso você tenha que acionar o causador do acidente na Justiça. Se possível, para não atrapalhar o trânsito ou ocasionar outros contratempos, leve o carro para um lugar seguro — na impossibilidade do uso do veículo, acione o guincho.

Não se esqueça de que deixar o veículo impedindo a circulação de outros carros é uma infração — além de perder pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação), você ainda corre o risco de ter que pagar uma multa.

Defina o responsável pela batida

Quando a colisão compreende dois ou mais automóveis, o ressarcimento dos prejuízos e danos materiais é de responsabilidade do condutor que causou o acidente ou do proprietário do veículo.

Dessa forma, os envolvidos podem buscar um entendimento sobre a culpabilidade da ocorrência sem a necessidade de requisitar a presença da Polícia Civil ou um órgão de trânsito. No caso do responsável não contar com seguro, você pode propor que ele pague a franquia da sua apólice. Assim, o prejuízo será menor.

Anote todos os dados possíveis

Nesse tipo de situação, é fundamental tomar nota de tudo. Por isso, procure anotar todas as informações que puder da outra parte. Como nome do motorista, CNH, telefone de contato e endereço. E também os dados do veículo, como placa, modelo e cor do automóvel.

No entanto, como o condutor não é obrigado a fornecer essas informações, ele pode se recusar a passar os dados solicitados. Nesse contexto, não deixe de tirar fotos dos dois veículos para se resguardar futuramente.

Se houver testemunhas da ocorrência, anote o número dos telefones e pergunte se elas aceitariam depor a seu favor. Em um possível processo judicial.

Imagem de um delegado em sua mesa de trabalho na delegacia.

Registre o Boletim de Ocorrência

O B.O. (Boletim de Ocorrência) não é obrigatório para acionar o seguro. Porém ele não deixa de ser um documento importante — principalmente por conter a versão oficial dos fatos. Além disso, ele é considerado uma ferramenta de proteção. Tendo em vista que a outra parte pode registrar o seu próprio boletim e contar um ponto de vista diferente do ocorrido.

Nos acidentes sem vítima, a Polícia Militar não costuma se deslocar ao local do acidente. Somente em casos de agressões físicas entre os envolvidos ou se um dos condutores estiver alcoolizado (isso deve ser informado no momento do chamado).

Caso contrário, o B.O. pode ser feito via internet. Pelo Portal da Polícia Civil, Polícia Militar ou em qualquer unidade policial.

Saiba o que fazer se o motorista fugir

Se o motorista bater no seu carro e fugir, é fundamental anotar ou fotografar a placa do veículo. Tnto para incluir a informação no boletim quanto para comunicar o ocorrido à seguradora. Dessa forma, a companhia pode localizar o envolvido com mais facilidade.

Se não for possível anotar a placa, é importante saber que as chances de localização serão bem menores. Portanto, procure incluir no registro do B.O. todos os detalhes que tiver da outra parte, como marca, modelo e cor do veículo.

Se houver câmeras na via ou nas imediações, você pode solicitar as imagens ao órgão ou empresa responsável pelo monitoramento.

Homem olhando para estragos de seu carro, está em uma ligação ao mesmo momento.

Acione o seguro

Em suma, se o causador do acidente contar com seguro, peça para ele ligar para a central de atendimento ao consumidor e comunicar o sinistro. Dessa forma, você terá os serviços especializados à sua disposição.

Agora, se o responsável não dispuser do serviço ou não contar com uma cobertura de responsabilidade civil. Sendo assim, você pode propor que ele pague a sua franquia e utilize o seu. Outra possibilidade é ele arcar com as despesas do próprio bolso.

Cuidado: muitas pessoas preferem não acionar o seguro para não perder o bônus e nem o valor da franquia. E, por isso, acabam fazendo um acordo para pagar os danos, porém isso pode ser extremamente arriscado! Acontece que, muitas vezes, o trato não é cumprido e você pode sair no prejuízo.

Portanto, caso isso aconteça ou não seja possível chegar a um acordo amigável, você deverá procurar ajuda legal e recorrer às medidas judiciais cabíveis.

Entenda como proceder se o motorista se recusar a pagar

Infelizmente, essa é uma situação que pode acontecer. Nesse caso, o procedimento consiste em redigir uma carta e notificar o condutor de maneira extrajudicial.

Você pode tanto mover um processo civil para que o motorista conserte o seu veículo quanto reparar o dano por conta própria e obrigá-lo a arcar com o valor gasto na reforma.

Seja qual for o objetivo, é possível ir pessoalmente a um Juizado Especial. Reunir a documentação necessária e abrir um processo. Outra possibilidade é contratar um advogado para resolver a questão.

Homem anotando estragos causados em um carro.

Saiba como funciona o seguro para automóvel

Qualquer pessoa está sujeita a passar por uma situação de acidente ou ocorrência de trânsito, não é mesmo? Por isso, dispor de um seguro para automóvel é a melhor maneira de garantir a tranquilidade no caso de uma situação como essa.

Nesse contexto, quando contratar um seguro para o seu veículo, não deixe de conferir se a opção escolhida oferece cobertura para acidentes envolvendo terceiros. Afinal, você não vai querer descobrir isso em uma ocorrência ou batida, certo?

Dessa forma, é importante verificar se o seu seguro indeniza os danos causados em outro carro ou até mesmo em outras pessoas, como pedestres e passageiros. De posse desse tipo de serviço, é possível acionar a seguradora para providenciar o conserto do veículo envolvido ou da devida indenização.

Além disso, ao dispor de um seguro, você não precisa se preocupar com os procedimentos necessários para a resolução do caso, já que a companhia será responsável por toda a parte burocrática do processo.

Se já bateram no seu carro e você não soube o que fazer, agora já está mais preparado! É preciso manter a calma nesse momento e seguir os procedimentos acima. Dessa forma, você conseguirá resolver a situação da melhor forma possível. Prestar atenção quando se está ao volante e respeitar as leis de trânsito são deveres de todo motorista, bem como atitudes primordiais para evitar colisões e prejuízos para o seu bolso.

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Imagens: Homem ligando, corretora.

Esguncho de água em uma lavoura.

Entenda a importância do Seguro rural durante a safra verão

O seguro rural é de extrema importância, sobretudo durante a safra de verão, onde o produtor está suscetível às intempéries de natureza.

Quem trabalha com a produção rural está suscetível às intempéries da natureza. Afinal, os fenômenos naturais influenciam diretamente na colheita, nos preços dos produtos e, consequentemente, nos lucros obtidos. Daí a importância de se ter um seguro rural.

No verão, as variações climáticas são ainda maiores e podem levar à perda de toda a safra. Caso isso ocorra, é importante que o produtor tenha alternativas e consiga recuperar todo o investimento feito. Por isso, é essencial contar com um seguro rural.

Você sabe como o clima interfere na produção rural e como o seguro pode ajudar a evitar prejuízos na safra de verão? Confira neste artigo!

Como as mudanças climáticas podem interferir nas safras?

As condições climáticas e outros fenômenos naturais determinam o sucesso da safra. Cada região e tipo de produto têm suas particularidades e, por vezes, mínimas variações podem acarretar a perda da produtividade da lavoura. Entre os principais fenômenos estão:

  • ventos fortes e/ou frios;
  • incêndio;
  • chuvas acima do necessário;
  • geada;
  • queda de granizo;
  • seca;
  • infestação por pragas;
  • queda de raios;
  • amplas variações de temperatura.

Com tantos determinantes, não é possível contar com a sorte e entregar todo o investimento e trabalho aos cuidados da natureza. Mesmo com boas perspectivas para 2019, não é possível esquecer que tanto cultivos permanentes quanto temporários podem sofrer quebras.

Para evitar os prejuízos, a melhor alternativa é recorrer ao seguro rural. Entenda melhor o que é e como ele resguarda o produtor da perda da safra!

Uma planta nascendo.

O que é o seguro rural?

É um instrumento de política agrícola extremamente importante, pois confere proteção ao produtor rural contra eventuais perdas advindas de fenômenos da natureza, inclusive os climáticos.

Mas não são só as colheitas que o seguro rural protege. Ele abarca também a atividade pecuária, a produção, o crédito para comercialização de produtos, o patrimônio do produtor rural e o risco de morte.

Esse tipo de apólice possibilita a recuperação de investimentos feitos na produção rural quando ela for afetada por uma seca prolongada ou por chuvas mais intensas. Com isso, o produtor consegue evitar ou, ao menos, minimizar os prejuízos.

Qualquer pessoa física ou jurídica pode contratar esse tipo de serviço, desde que cultive culturas de acordo com o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Quais são as modalidades do seguro rural?

Esse tipo de apólice tem produtos específicos para todas as fases do processo produtivo, ou seja, desde o plantio até o beneficiamento e processamento dos produtos.

Em decorrência da alta exposição a riscos financeiros advindos da probabilidade de interferência de fatores naturais, existem programas de subvenção para o pagamento de parte do prêmio do seguro. São eles:

  • seguro agrícola;
  • seguro pecuário;
  • seguro de penhor rural;
  • seguro de cédula do produto rural;
  • seguro de vida do produtor rural;
  • seguro de benfeitorias e produtos agropecuários;
  • seguro de florestas;
  • seguro aquícola.

Como o seguro rural é uma alternativa à perda da lavoura?

São inúmeras as variáveis que condicionam a quantidade e a qualidade da produção. No verão, estação marcada por chuvas intensas e fortes variações climáticas, as safras ficam ainda mais suscetíveis às intempéries da natureza.

Nessa época do ano, não é muito raro que os fenômenos naturais ocasionem prejuízos à colheita e, em alguns casos, até mesmo sua perda. Nessas horas, é fundamental contar com alternativas, como um seguro.

Além da proteção ao investimento e indenização em caso de sinistro, contratar o seguro rural significa conferir estabilidade financeira ao negócio, reduzir as perdas, gerar empregos no campo e estimular a implementação de técnicas e tecnologias na produção.

Vale lembrar também que o seguro reduz o êxodo rural, uma vez que possibilita a redução da inadimplência (decorrentes das perdas das produções) junto às financeiras. Consequentemente, os produtores conseguem perpetuar as atividades de plantio e permanecer no mercado.

Como você pode perceber, o seguro rural é de extrema importância, sobretudo durante a safra de verão. Investir nesse tipo de proteção é fundamental para evitar os prejuízos e garantir os lucros futuros.

Ficou com alguma dúvida sobre o seguro? Então entre em contato conosco. Certamente, nós encontraremos a melhor proteção para a sua safra!

Imagens: Plantação, terra.

Conversa entre três pessoas, ambas estão felizes.

3 dúvidas sobre seguro de vida que vamos esclarecer agora para você

As dúvidas sobre seguro de vida são frequentes e costumam gerar divergências entre os especialistas na área, os segurados e demais dependentes, a fim de não perder os direitos adquiridos.

No entanto, ler atentamente as cláusulas do contrato, analisar a situação envolvida e o histórico de desfechos em relação a esse problema. Além da consulta a um especialista, pode ajudar a sanar alguns questionamentos.

Quer esclarecer algumas dúvidas sobre seguro de vida? Então, fique conosco e leia atentamente este post!

Como funciona o seguro de vida?

O seguro de vida é um documento formalizado com as seguradoras, que prevê indenização para o segurado e seus beneficiários em caso de morte, mas pode incluir também coberturas opcionais de invalidez permanente ou parcial.

Frequentemente sua contratação é associada aos idosos, porém, os jovens são clientes em potencial. Principalmente porque ainda não acumularam patrimônio suficiente ou não têm uma família com dependentes.

O custo de seguro de vida leva em consideração fatores comportamentais e epidemiológicos. Nesse caso, indivíduos com diagnóstico de tabagismo e etilismo, além da idade avançada, terão um seguro mais elevado.

Medico escrevendo em sua prancheta.

Quais são as principais dúvidas?

Mesmo após a formalização do contrato, é possível requerer alterações ou reivindicar direitos diante das situações que ocorrem ao longo da vida. Acompanhe a seguir alguns questionamentos sobre o tema em questão!

1. Como é feito o cálculo do seguro de vida?

O valor resulta da análise do perfil do candidato e das coberturas solicitadas. No primeiro caso, englobam a faixa etária, o sexo e o estado de saúde dos indivíduos.

Assim, os jovens são os mais assediados para formalização do seguro e as mulheres também, devido à expectativa de vida maior.

Ressalta-se que muitas seguradoras realizam esse serviço para indivíduos a partir dos 16 anos e algumas estendem até os 80 anos de idade. Entretanto, a maioria opta por fechar contrato com pessoas de até 65 anos.

No segundo caso, além da cobertura básica contratada por morte, é possível incluir custos como invalidez por acidente, serviços de assistência como traslado, funeral etc.

2. Há indenização pelo diagnóstico de câncer?

O câncer atualmente é considerado uma doença crônica e, por isso, é passível de reverter os benefícios pagos pelas seguradoras. Além disso, muito se questiona se no momento da contratação ele já existia, denominando uma doença preexistente.

Teoricamente, a indenização pelo diagnóstico de câncer cobre 50% da cobertura de morte. Excetuando os tumores de pele e sempre observando o período de 60 dias de carência. Todavia, a jurisprudência é divergente em relação a esse porcentual, o que torna indispensável uma avaliação do caso individualmente.

3. Existe profissão recusada pelo seguro?

A seguradora pode recusar a formalização do contrato de indivíduos com profissões consideradas arriscadas. Porém, algumas aceitam esses segurados mediante cláusulas diferenciadas.

Em geral, os profissionais que podem sofrer recusa das seguradoras são: agente penitenciário, mergulhador, piloto automobilístico, trabalhador de plataformas petrolíferas, garimpeiros, aposentado por invalidez, entre outras.

Sanar as dúvidas sobre seguro de vida é fundamental para contratar o serviço adequado para cada indivíduo. Visto que isso ajuda no entendimento dos direitos, termos usados e quais as situações em que a indenização não será plenamente efetivada. O esclarecimento entre as partes é o passo fundamental para uma relação duradoura e de confiança.

E você, tirou suas dúvidas? Ainda precisa de orientações sobre seguro de vida? Então, entre em contato conosco!

Imagens: médico,

seguro garantia judicial

Entenda o que é Seguro Garantia Judicial e quais são os seus benefícios!

Com a finalidade de garantir os débitos judiciais substituindo o depósito em dinheiro, fiança bancária ou penhora de bens, o seguro garantia judicial proteje sua empresa de situações inesperadas que podem comprometer a saúde financeira do negócio.

Muitos empresários não sabem o que é seguro garantia judicial. Mas, entender o seu conceito é fundamental, tendo em vista a sua finalidade de garantir os débitos judiciais substituindo o depósito em dinheiro, fiança bancária ou penhora de bens, durante um trâmite processual, tornando o processo mais simples.

Se trata de uma modalidade de seguro recente, mas que tem recebido uma boa aceitação no âmbito judicial. Sendo utilizado como caução no processo ou como substituto de garantias já oferecidas.

Entre suas principais características estão a contratação e emissão de apólices ágeis. Garantindo assim mais eficiência do processo por não comprometer o caixa da empresa, entre outras.

Se você deseja conhecer melhor o seguro garantia judicial e quer saber quais são as suas vantagens, então, não deixe de ler o nosso post e conferir o material até o final. Boa leitura!

Qual é a previsão legal do seguro garantia judicial?

Em primeiro lugar, foi criado a Circular da SUSEP nº232/ 2003 para tratar do seguro garantia judicial. Entretanto, hoje, já se encontra em vigor a Portaria nº164/2014 publicada pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional.

A quem esse tipo de seguro se destina?

O seguro garantia judicial é destinado para todas as pessoas jurídicas e que precisam fazer algum depósito no decorrer de um processo judicial. Entre as partes estão:

  • Segurado: é a parte ativa, ou seja, o provável credor da obrigação pecuniária (sob o juízo);
  • Tomador: é a pessoa jurídica, considerada a parte passiva no processo judicial ou administrativo que interpela a legalidade da obrigação pecuniária. É aquele que fará uso da apólice do seguro garantia.

Quais são as principais características do seguro garantia?

O seguro garantia judicial é uma modalidade que surge como uma alternativa ao tradicional depósito judicial e à temida penhora de bens nos devidos processos, seja nas esferas judicial ou administrativa.

Portanto, esse seguro se tornou disponível para utilização após mudança do Código de Processo Civil, em relação à lei de número 11.382/2006.

As características principais dessa modalidade são o baixo custo exigido, a agilidade na contratação e nos procedimentos envolvendo os devedores e credores.

Além disso em comparação às outras formas de caução legal, como a carta de fiança, o seguro garantia judicial é um instrumento bem menos oneroso para os devedores.

Mesmo sendo uma implementação recente, o seguro garantia já é amplamente utilizado no âmbito judicial. Seja como um procedimento de substituição às garantias dadas, seja como uma nova forma de caução no processo.

Inclusive, ele é regulamentado em todas as áreas (fiscais, trabalhistas, cíveis, cautelares).

Agilidade e fôlego ao processo de execução

Segundo o autor José Franklin de Sousa, no Processo de Execução no CPC/2015, o seguro garantia judicial, em substituição à penhora, é visto como grande avanço e um instrumento que confere um nível geral de agilidade e fôlego ao processo de execução.

Anteriormente, grande parte do cumprimento dos contratos era realizada por meio de caução se utilizando de títulos da dívida pública, fiança bancária e até em dinheiro.

Por outro lado, além do impacto no fluxo de caixa nos casos de depósitos diretos em dinheiro e os valores altos das fianças bancárias, o alto custo atrelado a essas garantias fez com que o seguro garantia ganhasse terreno.

Ele passou a ser utilizado para a discussão de débitos, sejam eles fiscais, administrativos ou judicialmente. Por instituições privadas e órgãos públicos — de administração direta ou indireta.

Assim, com a alta demanda e a movimentação advindas da inserção do seguro garantia, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) regulamentou de vez a modalidade em 2003 como meio de caução judicial.

Para amenizar as situações específicas nas quais o patrimônio da empresa se encontrava imobilizado, comprometendo o seu capital de giro com débitos ainda em discussão. O seguro garantia judicial surge como importante instrumento de agilidade no ordenamento jurídico brasileiro.

Pessoa assinando um contrato enquanto a outra aponta para algo no contrato.

Quando o seguro é aplicado?

A cobertura da apólice é limitada de acordo com o valor da garantia e será aplicada após o trânsito em julgado da sentença. Ou acordo judicial em favor à parte ativa.

Dessa maneira, é possível evitar que a parte passiva disponha do valor total a ser bloqueado como garantia. Pelo período em que a ação esteja em andamento.

O seguro garantia judicial pode ser utilizado no setor empresarial, principalmente como uma forma de caução no processo ou em substituição às garantias dadas.

Isso representa uma vantagem significativa. Já que fornece a possibilidade de manter o nível de capital de fluxo de uma empresa. Por exemplo, durante todo o processo judicial.

Algumas formas de aplicação do seguro são:

  • ações cíveis e trabalhistas em geral;
  • ações atreladas a débitos tributários, como ações anulatórios e mandados de segurança;
  • execução fiscal da união, estados ou municípios.

As ações são, basicamente, direitos judiciais de reclamação. As trabalhistas, por exemplo, lidam com os trâmites previstos nas normas referentes à Consolidação dos Leis do Trabalho (CLT).

Enquanto a execução fiscal é um termo que se relaciona a um procedimento especial em que a Receita requisita créditos devidos de contribuintes inadimplentes.

Quais são as vantagens de adquirir um seguro garantia judicial?

Existem várias vantagens em obter esse tipo de seguro. Vejamos a seguir algumas delas:

  • diminui a probabilidade de penhora online;
  • o capital de giro da empresa não fica comprometido, pois a empresa não precisa tirar dinheiro do caixa. O seguro garante o direito da parte que tem sentença favorável no processo;
  • pode ser usado como substituto de bens que já foram penhorados ou cauções já cedidas;
  • normalmente seu custo é menor do que os custos da fiança bancária;
  • com o seguro garantia judicial, o patrimônio da empresa não é bloqueado pela justiça.

Conseguiu entender melhor sobre o seguro garantia judicial? Enfim, agora você já sabe que se trata de uma nova modalidade de seguro que garante o pagamento das quantias referentes aos depósitos judiciais devidos por uma das partes do processo.

É uma ótima ideia para quem deseja proteger sua empresa de situações inesperadas. E que podem comprometer a saúde financeira do negócio.

Gostou do post e quer se engajar na discussão? Então, deixe um comentário e compartilhe a sua opinião sobre o assunto!

Imagens: Assinatura de contrato, empresária.

seguro garantia e fiança bancária

Você sabe a diferença entre fiança bancária e seguro garantia?

Existem serviços que foram criados especificamente para assegurar que o teor contratual seja executado. São eles a fiança bancária e o seguro garantia. A contratação desses serviços é fundamental para garantir a saúde do negócio e gerar a segurança necessária em situações de eventuais imprevistos.

Em qualquer negociação, é comum que alguma das partes não cumpra com seus deveres, seja por eventos imprevisíveis, má-fé ou mesmo por motivos pessoais. No entanto, tais inexecuções trazem grandes prejuízos ou atrasam o desenvolvimento das companhias.

Elaboramos este artigo para que você entenda a diferença entre fiança bancária e seguro garantia. Prossiga a leitura e saiba suas vantagens e desvantagens e também qual deles atenderá melhor às suas necessidades. Boa leitura!

Quais são os conceitos de fiança bancária e seguro garantia?

Ambos são instrumentos que objetivam garantir o cumprimento de contratos. No entanto, cada tipo apresenta suas peculiaridades que geram diferentes consequências práticas.

Em suma, a fiança bancária consiste em um contrato em que uma instituição bancária, no papel de fiadora, garante o cumprimento do trato firmado entre o afiançado e seu credor. O banco emite uma carta fiança com prazo máximo, que será demonstrada pelo contratante em eventual cobrança ou execução pelo credor.

Além disso, similar ao instituto anterior, o seguro garantia é uma relação contratual em que o tomador paga um prêmio (mensalidade do serviço) para a seguradora garantir o cumprimento das obrigações,entregando indenizações ao segurado — beneficiário da apólice.

No seguro, diferentemente da fiança bancária, não há a necessidade de se aguardar a cobrança até que haja a entrega do capital. Dessa forma, o serviço não será interrompido e não haverá moratória no pagamento.

Homem segurando uma caneta em cima de uma folha quanto usa uma calculadora.

Qual desses serviços devo escolher?

As implicações da explicação acima são de que, no caso da fiança bancária, você assume que o banco atua como o fiador de um contrato.

Isso significa que, em caso de descumprimento das cláusulas — quase sempre, o momento em que a parte contratante deixa de prestar um serviço previsto em contrato por determinado motivo — o banco vai arcar com esse valor e cobrar a dívida do contratado.

Como é de se esperar, a instituição bancária oferece esse serviço porque vislumbra ganhos com os lucros do dinheiro afiançado para saldar a dívida. Então, existem condições (valor das prestações, juros etc.) que você deve conhecer antes de optar por essa garantia.

Quanto ao seguro garantia, seus pagamentos são anteriores a qualquer problema contratual. Uma vez contratado esse serviço, o tomador (no caso, você ou sua empresa) se compromete a pagar um valor mensal à seguradora.

Assim como acontece com a fiança bancária, ele visa a resguardar o segurado (isto é, a empresa para a qual um serviço vai ser prestado e que exige o seguro como adicional no cumprimento do contrato) de eventuais problemas na prestação do serviço.

Muitos empreendedores têm dúvidas sobre qual dessas duas opções escolher. O ideal é que, antes de definir qual será o melhor recurso, seja feita uma avaliação das características e vantagens de cada um.

Os dois apresentam diferenças que devem ser muito bem analisadas, contudo, é possível observar que oseguro garantia detém inúmeros benefícios que fazem com que a sua preferência seja indiscutível. Confira, a seguir, uma breve explicação dessas vantagens.

Aperto de mão entre duas pessoas.

Economia

Como a contratação de uma fiança é feita junto a uma instituição bancária, há diversas taxas que são calculadas sobre o valor e prazo da carta fiança. Esse fato já é esperado, visto que as cobranças legais que recaem sobre um banco têm valores muito mais elevados que uma seguradora. O seguro garantia possibilita a negociação de coberturas e detém políticas de taxas mais flexíveis.

Agilidade

É sabido que, em nosso país, os bancos apresentam métodos burocráticos e complicados em muitos casos. Para utilizar qualquer serviço da instituição, é necessário enfrentar filas e revisitar o estabelecimento diversas vezes.

Acontratação realizada em seguradoras é simples e ágil, basta que sejam enviados os documentos requisitados e haja a negociação das coberturas. Portanto, essas empresas sempre buscam a satisfação de sua clientela e usarão de todos os meios disponíveis para agradá-la e assegurar a sua fidelidade.

Flexibilidade de contratação

Assim como as demais modalidades de seguros, o de garantia oferece uma customização da apólice para que ela se encaixe perfeitamente no perfil do contratante. Dessa forma, você não ficará limitado a um único modelo padrão e genérico de contratação. Listamos, a seguir, algumas das coberturas tradicionais existentes:

  • do concorrente: há indenização caso o tomador rejeite propostas preestabelecidas;
  • do executante: garante fiel execução de contrato;
  • de adiantamento de pagamento;
  • de retenção de pagamento: substitui retenção que recai sobre faturas;
  • de manutenção corretiva: indeniza prejuízos decorrentes de inexecuções contratuais;
  • garantia aduaneira: garante pagamento de tributos relacionados à importação que foram suspensos;
  • entre outras garantias estruturadas.

Menores taxas

A fiança bancária emitida por um banco costuma ser acompanhada de altas taxas de juros em relação às cobradas por grande parte das seguradoras. Por exemplo, a cobrança de taxa anual do seguro garantia gira em torno de 0,3% e 3%, enquanto a média da fiança bancária fica entre 3% e 7%.

Manutenção do limite de crédito

Quando a fiança bancária é contratada, uma parte do limite de crédito junto ao banco é retirada. Isso significa que, caso a companhia precise futuramente de um empréstimo, o crédito que poderá ser financiado será menor. Essa é uma grande desvantagem, principalmente para as organizações que necessitam desse valor para exercer sua atividade.

Com o seguro garantia isso não acontece, já que ele é adquirido por meio de seguradoras, não por uma instituição bancária. Assim, se a empresa necessitar de um empréstimo, terá o limite de crédito integral disponível.

Um outro detalhe que vale a pena mencionar é que o seguro garantia é um serviço. Logo, ele entra nos ativos da sua empresa, e não nos passivos, o que significa que o seu fluxo de caixa não será comprometido.

Cobertura negociável

Em geral, a cobertura presente nas cláusulas de uma apólice de seguro garantia é flexível. Isso é importante para a empresa, uma vez que possibilita a personalização, permitindo inserir coberturas adicionais. Basta avaliar quais são mais adequadas às necessidades do negócio.

Com a fiança bancária é diferente, tendo em vista que as cláusulas não são negociáveis, uma vez que seguem um modelo padronizado.

Rapidez no acionamento

Nas situações em que for preciso acionar o seguro garantia, isso poderá ser realizado de forma simples e ágil. A liberação da cobertura por parte da seguradora deve acontecer logo após o encaminhamento dos documentos necessários.

o acionamento da fiança bancária engloba uma grande burocracia, o que atrasa o processo de liberação. Será necessário ir ao banco, esperar um bom tempo em filas e outras desvantagens. Além disso, é preciso esperar a cobrança por parte do credor para que a fiança seja liberada, o que implica em pausa do serviço, o que não acontece com o seguro garantia.

Tempo de vigência

Considerar o prazo de vigência também é importante no momento de fazer a melhor escolha. O prazo do seguro garantia é definido no contrato e prevê a prorrogação automática. Dessa forma, é possível criar uma apólice customizada, conforme a duração da prestação de serviços.

No caso da fiança bancária, o prazo geralmente é de um ano, sem a viabilidade de prorrogação. Até existe a chance de que o prazo ultrapasse a duração do serviço, ocasionando no desperdício de recursos.

Independência de contratação

A análise de fiança bancária poderá passar pelo histórico da companhia no banco e, em alguns casos, depender de uma boa relação com o mesmo. Já o seguro garantia é realizado comseguradoras especializadas e independentes, não exigindo esse relacionamento anterior.

Risco pulverizado

A cobrança de juros por parte dos bancos varia conforme uma série de fatores. Entre os aspectos econômicos como taxas permitidas por instituições que controlam indicadores econômicos e custos do empréstimo, está o risco de inadimplência de um empréstimo.

Ou seja, quanto mais arriscada é uma operação financeira que o banco oferece, maiores são as suas taxas de juros. E, ao aderir à fiança bancária, você responde por essa mesma taxa, independentemente do seu histórico com aquela instituição.

No caso do seguro garantia, por ser um serviço oferecido pelas seguradoras, a lógica de cálculo de juros é diferente. Os riscos são verificados caso a caso, e faz parte do modelo oferecido monitorar esses riscos mais frequentemente.

Na prática, isso significa que as taxas e encargos dependem muito mais do que o seu contrato representa do que de médias frias de mercado. Com taxas melhores, você tem acesso a condições mais satisfatórias.

Pessoa segurando uma ampulheta.

Maior confiança no vendedor

Com o seu caso sendo observado mais de perto, as condições oferecidas são sob medida. Isso demanda que o vendedor do seguro garantia compreenda suas necessidades, e passe a atuar como um consultor.

Isso cria entre vocês uma relação de confiança. Você pode contar com a opinião dele sobre assuntos que não domina e ele, por sua vez, percebe rapidamente que a honestidade e objetividade dessas informações é o que vai manter o cliente.

Depois de ter acesso às semelhanças e diferenças entre a fiança bancária e o seguro garantia, fica fácil perceber que a segunda opção é indubitavelmente mais vantajosa.

Além de permitir uma personalização da apólice e melhor custo-benefício, o seguro garantia possibilita a continuidade do serviço. Isso faz com que o desenvolvimento e a performance financeira do empreendimento não sejam interrompidos por eventos inesperados.

Entretanto, como o seguro é muito mais flexível, é recomendada a contratação de uma corretora para auxiliar o cliente a realizar as negociações e escolher qual seguradora atenderá as suas necessidades.

Afinal, especialistas na área sabem exatamente que modalidade de seguro indicar e, como demonstramos, estão acostumados a avaliar o seu caso em específico, fazendo sugestões personalizadas.

Enfim, agora que você sabe a diferença entre fiança bancária e seguro garantia, aproveite sua visita ao nosso blog para entender o que é oseguro garantia judicial e quais são os seus benefícios. Ele também pode ser bastante útil para você!

Imagens: contrato, mãos dadas, relógio.

cálculo da indenização de um bem segurado

Como é calculado o valor da indenização dos bens segurados?

Sempre que um imprevisto acontece, você se preocupa em encontrar uma solução eficiente para o seu problema. Quando há um seguro, esses imprevistos não são mais motivos de dor de cabeça. Porém você sabe como é o cálculo do valor da indenização dos bens segurados?

Esse é um assunto que poucas pessoas dominam, mas é importante para entender se você está completamente protegido. Por isso, resolvemos mostrar a você como funciona a conta do pagamento dos bens segurados em caso de um sinistro. Quer saber mais? Continue com a leitura!

Conversa entre duas mulheres, uma está com um documento na mão.

Quais são as obrigações do segurado e da seguradora?

Quando ocorre o sinistro, o segurado não pode providenciar consertos nem reparos no bem até que a vistoria seja realizada — salvo as situações emergenciais, como danos elétricos ou arrombamentos. É dever do segurado proteger o bem sinistrado porque, após a indenização, ele ficará sob o poder da seguradora.

Além disso, o segurado deve apresentar uma relação dos prejuízos, com a discriminação de modelo, tipo, valor estimado e outras informações relevantes. Cabe à seguradora realizar o pagamento da indenização no prazo máximo de 30 dias após o sinistro.

É seu papel também orientar o cliente sobre os procedimentos que devem ser tomados, os documentos que precisam ser encaminhados e fazer o acompanhamento dos prejuízos. A seguradora deve manter contato com os reguladores e peritos do sinistro, auxiliando e esclarecendo dúvidas sobre o que o contrato cobre.

O que é e como funciona o cálculo de depreciação de bens segurados?

Depreciação significa que um bem, imóvel ou móvel, perdeu o seu valor devido ao seu estado de conservação, idade ou uso. Esse é um conceito trazido da contabilidade, mas que faz todo o sentido no cálculo da indenização, porque não é possível comparar dois objetos que sofrem com a ação do tempo.

Imagine que você comprou um celular de R$3 mil e utilizou o aparelho durante três anos. Se você optar por vendê-lo, será praticamente impossível conseguir o mesmo valor, já que novos modelos foram lançados e o preço de uma versão nova será mais vantajosa, ou seja, ele é desvalorizado.

Por isso, ao acionar o seguro, a seguradora deve fazer o cálculo de depreciação de bens segurados, que leva em consideração o VR (valor de risco) de cada bem. Ao apurar o valor da indenização, a seguradora deduzirá todas as depreciações do custo de reposição do objeto do sinistro.

Qual é a lei que prevê o cálculo da indenização de seguros?

A maior dúvida ao acionar o seguro é saber se a seguradora está certa em depreciar o bem no cálculo indenizatório. O artigo 781 do Código Civil menciona que a indenização não pode ultrapassar o valor do interesse do segurado no momento do sinistro.

Isso quer dizer que a seguradora deve efetuar o pagamento da indenização levando em consideração o valor médio de mercado do bem na data do sinistro. No caso dos automóveis, a Tabela Fipe é um indicador muito utilizado porque atualiza o valor dos modelos mensalmente e permite uma base de comparação.

Assim, é permitida a depreciação do bem, porque a legislação entende que, quando você o utiliza por três anos, por exemplo, ele não terá mais o mesmo valor de quando foi adquirido. Nesse caso, é preciso certificar que o segurado não tenha uma vantagem ilícita com a contratação do benefício.

Com a depreciação, a lei garante que o seguro não é um instrumento de enriquecimento, mas de reposição do bem segurado, da mesma forma que era no momento do sinistro. Ganha a empresa, que tem segurança jurídica, e os clientes honestos, que não sofrem com os aumentos oriundos de golpes.

Duas pessoas lendo sobre sobre a indenização dos bens segurados.

Quais os tipos de definição do valor da indenização dos bens segurados?

O modo como é feito o cálculo é definido no momento da contratação e consta na apólice. Como existe o fator da depreciação, as seguradoras precisam padronizar as regras para facilitar o pagamento ao cliente. Existem duas formas comuns para o reembolso, como você verá a seguir.

Valor de mercado referenciado

É o caso citado da Tabela Fipe para o seguro automotivo. Nessa modalidade, a indenização dos bens segurados segue um valor de referência, que é definido na apólice. A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas faz o cálculo do preço médio dos veículos no país, separados por modelos e colhidos todo mês.

Na contratação do seguro, a corretora informa qual a porcentagem que ela paga da tabela de referência — por exemplo, 100% da Tabela Fipe ou apenas 80%. Importante destacar que o valor utilizado é do mês em que ocorre o pagamento e não daquele em que ocorreu o sinistro.

Valor determinado na indenização dos bens segurados

Por outro lado, o seguro de valor determinado indica quanto está segurado no momento da contratação. No exemplo dos automóveis, essa é uma definição comum na proteção a terceiros, que têm o preço de cobertura delimitado (R$100 mil, por exemplo). O mesmo vale para os seguros de casa e de vida.

É provável que, para o acionamento do seguro, haja uma cláusula de valor mínimo. Danos abaixo desse corte são de responsabilidade do cliente. Vale lembrar do prazo de 30 dias para fazer o pagamento, então é importante levar em conta esse fator também.

Quais as dicas para contratar o seguro correto?

O seguro de bens específicos, como um automóvel, não tem grandes diferenças. O importante é buscar empresas consolidadas no mercado, em que você tenha garantia de que receberá um bom atendimento e o pagamento no prazo estipulado. Além disso, pagar o total da Tabela Fipe é um diferencial.

Para os seguros de valor determinado, a dica é calcular quanto será necessário para que você não tenha prejuízos na hora de comunicar o sinistro. Na sua residência, quanto você gastaria para comprar todos os móveis e aparelhos? Tenha essas informações em mente e escolha o valor que mais se aproxime da sua realidade.

Contar com um seguro em um momento difícil proporciona segurança e tranquilidade na hora de solucionar o problema, certo? Por isso, é importante que você entenda como funcionam todos os procedimentos na hora de acionar a sua seguradora, principalmente no que se refere ao valor da indenização de seguros, para que tenha o controle da situação.

Agora que você já sabe como funciona o cálculo para indenização de seguros, que tal repassar esse conhecimento para os seus amigos? Compartilhe o artigo nas suas redes sociais e esclareça essa dúvida comum na cabeça de quem contrata um seguro!

Imagens: Conversa, casal.

seguro de responsabilidade civil

Por que ter um seguro de responsabilidade civil profissional?

O seguro de responsabilidade civil profissional é a solução para lidar com danos a terceiros.

Quando contratamos seguros, nossa intenção é proteger nosso patrimônio e combater ativamente os prejuízos. Mas, o que fazer quando os riscos fogem completamente do nosso controle, podendo causar danos a terceiros? O seguro de responsabilidade civil profissional é a solução para lidar com esse cenário.

Essa apólice tem como objetivo ressarcir danos, custear despesas judiciais decorrentes de indenizações e ainda manter a reputação profissional intacta. Neste texto, conheça mais detalhadamente esse tipo especial de seguro!

O que é o seguro de responsabilidade civil profissional?

É importante entender que incidentes desagradáveis podem ocorrer, causando prejuízo às vítimas diretas e às empresas. Assim, o seguro de responsabilidade civil profissional é uma apólice que garante o pagamento de indenizações e cobertura de danos causados a terceiros no exercício profissional, além de cobrir os custos com advogados.

Para quem ele é indicado?

O seguro é indicado para profissionais ou instituições que lidem com trabalhos que envolvam riscos e que queiram se proteger. É importante ressaltar que não se trata apenas da possibilidade de acidentes e prejuízos físicos, mas também de danos materiais, como perdas financeiras significativas.

Essa modalidade de seguro ajuda o contratante a estabelecer uma reputação de responsabilidade no trato profissional. E, ainda impede possíveis processos judiciais que possam danificar a imagem da empresa no futuro.

O seguro também se aplica a pessoas física, não se limitando a empresas. Por exemplo, podemos citar possíveis vítimas de erros médicos, como no caso, as apólices seriam destinadas à correção de diagnósticos e tratamentos equivocados.

Além disso, o seguro de responsabilidade civil garante uma cobertura para um cliente que fique insatisfeito com o serviço de determinada empresa, por exemplo.

Quais são as modalidades oferecidas?

Entre as modalidades oferecidas pelas apólices do seguro de responsabilidade civil estão:

  • ambiental;
  • operações/empregador;
  • prestação de serviços em locais de terceiros;
  • produtos nacionais/exportação;
  • eventos e entretenimento.

Quais são as coberturas desse tipo de seguro?

Esse seguro engloba dois tipos de prejuízos provocados a terceiros:

  • dano material: quando afeta aos bens da vítima do evento;
  • dano pessoal: quanto atinge a integridade física da vítima.

Nas duas situações, a ação do responsável pelo dano não pode ser provocada intencionalmente.

Quais são as suas vantagens?

O próprio seguro é um diferencial competitivo para qualquer tipo de negócio. Pois, mostra aos clientes que os serviços prestados pela empresa estão protegidos por uma apólice sólida.

Muitas vezes, gestores procuram se resguardar contra reclamações e ações judiciais em razão de danos involuntários. Que fogem ao controle dos líderes da organização. Contratando o seguro, os empresários são amparados pelo contrato, diminuindo significativamente os riscos.

A garantia de uma proteção financeira sólida e a tranquilidade que um seguro de responsabilidade civil proporciona ao gestor são os principais benefícios decorrentes da contratação desse contrato de responsabilidade.

O seguro é um bom investimento, também, para empresários autônomos e profissionais liberais, em geral, mais vulneráveis aos danos financeiros. Com a contratação do serviço, a seguradora arca com todas as despesas judiciais necessárias para reparar os danos causados a clientes no exercício profissional.

Portanto, é importante ter em mente que a proteção relacionada a esse seguro se limita à esfera civil, com o dever de reparo financeiro aos danos causados. O profissional pode ser, ainda, responsabilizado na esfera administrativa ou criminal, dependendo da gravidade da ocorrência.

Previsão das despesas

Riscos são assumidos quando certas atividades são exercidas, mesmo assim, somente algumas pessoas se preparam para eventuais prejuízos. Dessa forma, o seguro é uma maneira de tornar as despesas previsíveis. Isso significa que, ao invés de arriscar em ter que pagar uma indenização alta, que muitas vezes não cabe no orçamento da empresa, o segurado assume a responsabilidade por meio do pagamento de um valor fixo mensal ou anual.

Proteção ao patrimônio

Em uma demanda judicial de indenização, o patrimônio do devedor será usado para o pagamento do montante estabelecido à vitima do dano. Por isso, contar com um seguro de responsabilidade civil evita a exposição de bem relevantes, como apartamentos, valores em contas bancárias, automóveis, entre outros.

Garantia de indenização às vítimas

Na maioria dos casos, o provocador do acidente pretende reparar o dano, no entanto, não tem o valor necessário, e o seguro também é uma estratégia de assegurar a indenização das vítimas caso algum acidente aconteça.

O que é o seguro de riscos de engenharia?

Já que estamos falando sobre o seguro de responsabilidade civil, é importante conhecer o que é o seguro de riscos de engenharia, que garante a proteção de riscos que atingem todo tipo de obra na construção civil, bem como a instalação e montagem de máquinas e quebra de equipamentos de produção (acidental e repentina).

Apesar de ser uma modalidade pouco utilizada no país, é importante para qualquer tipo de obra ou reformas, tendo em vista que, as responsabilidades jurídicas, financeiras e materiais são várias caso algum problema aconteça.

Quem pode contratar esse seguro?

Podem contratar o seguro de riscos de engenharia o construtor ou proprietário da obra, já que os dois têm interesse na sua finalização.

Quais são as coberturas?

Um seguro de risco de engenharia fornece várias coberturas para os segurados. Entre os principais fatores que podem ser indenizados estão:

  • danos da natureza;
  • explosão;
  • incêndio;
  • dados físicos;
  • roubo.

Coberturas adicionais também podem ser contratadas, como erro de projeto, responsabilidade civil geral e cruzada, desentulho, perda do lucro esperado, manutenção simples e ampla, entre outros.

A classificação dos riscos de engenharia abrange muitas categorias, divididas em duas etapas: antes e depois do funcionamento. 

Antes do funcionamento, as modalidades são: obras civis em construção (OCC), instalação e montagem (IM) e obras civis em construção, instalação e montagem (OSS/IM). Já na etapa em funcionamento são: quebra de máquinas (QM), equipamentos eletrônicos (EE), danos na fabricação (modalidade também conhecida como Works damage).

Além disso, podem ser incluídas, na etapa em funcionamento, as espécies combinadas com outros ramos de seguros, como: lucros cessantes devido a quebra de máquinas (LC/QM) e quebra de máquinas com interrupção da produção (QM/IP), riscos operacionais (RO) e funcionamento operacional.

Nas modalidades de obras civis em construção e instalação e montagem, o seguro fornece coberturas amplas e elimina a quantidade limitada de perigos. Por este motivo, é visto como seguro all risks. Todo o risco que não é especificamente apontado na apólice como risco excluído está coberto de forma automática. Já na quebra de máquina, os riscos cobertos são mencionados nas apólices.

O cotidiano de um profissional está cheio de eventualidades e riscos, mas um seguro de responsabilidade civil profissional proporciona as precauções necessárias para se proteger. Por isso, consulte uma corretora de seguros de confiança e garanta a sua apólice!

Que entender mais sobre seguros os seguros existentes e contratar o melhor para você? Então, entre em contato com a gente e veja como podemos ajudar!

coberturas do seguro residencial

Você sabe como ter a melhor cobertura de seguro residencial?

O seguro residencial é uma modalidade de serviço que tem como objetivo conferir proteção aos imóveis residenciais, sejam eles usados como moradia habitual, seja como local para passar férias ou temporadas.

Cada vez mais, os brasileiros têm percebido a necessidade de protegerem o seu imóvel. No entanto, muitos ainda não descobriram qual o melhor seguro residencial, quais são as principais coberturas e vantagens desse tipo de serviço.

Possivelmente, o imóvel é o seu bem de maior valor e protegê-lo significa garantir que os imprevistos não serão capazes de abalar o patrimônio construído ao longo de muitos anos de trabalho. Além disso, esse investimento ajuda no controle financeiro, já que o segurado poderá eliminar diversos gastos decorrentes de emergências.

Quer saber qual o melhor seguro residencial? Confira a seguir tudo o que você precisa saber!

seguro contra acidentes da natureza.

Seguros e fenômenos da natureza: quando ele cobre os danos?

Você já parou para se perguntar como funciona a relação entre seguros e fenômenos da natureza? Portanto as possibilidades de estragos resultantes do meio ambiente são muitas e é importante ficar de olhos abertos.

Neste post, você verá o que são considerados fenômenos da natureza, qual relação têm com o seguro, os danos cobertos e o que cada um representa. Preparado? Então, vamos lá!

O que são considerados fenômenos da natureza?

Os fenômenos naturais representam qualquer coisa que acontece sem depender da ação do homem. São causados pela interação dos elementos físicos do planeta. Portanto coisas simples, como nascer do sol e erosão, podem ser enquadradas nessa categoria.

No entanto, os seguros consideram fenômenos que têm potencial de dano para o segurado. E o que isso significa? Na prática, que o seguro relaciona os danos ligados a fatores meteorológicos. É o caso dos vendavais, raios, tempestades, e por aí vai.

Quais são os danos cobertos?

Após entender a relação entre seguros e fenômenos da natureza, é importante ter conhecimento dos tipos de danos que costumam ter cobertura. Assim, veja alguns exemplos.

Quedas de árvores

O Brasil é um país que apresenta grande número de quedas de árvores e já chegou a marcar 665 casos em pouco mais de um dia. Portanto se você vive em uma área com muitas tempestades, uma cobertura que assegure esse risco pode ser uma boa opção.

Alagamentos

Os alagamentos podem provocar danos nos automóveis com o comprometimento da parte mecânica, a entrada de água no motor e a perda do estofamento. No entanto, se o segurado se expor a riscos de forma imprudente, como optar por uma via alagada mesmo quando tiver outras opções, a seguradora pode recusar o ressarcimento.

Granizo

As chuvas de granizo são conhecidas por causar vários estragos, desde o destelhamento de casas até a destruição de plantações. E com os seus bens não é diferente. A lataria dos veículos, por exemplo, sofre com riscos e amassados. Caso os vidros sejam danificados, existem coberturas adicionais para reposição e reparo.

Imagem de um céu dramático.

Vendavais

Assim como as chuvas, os vendavais também causam estragos e provocam destelhamentos, chegando a 75 km/h em alguns estados. Em dias de tempestade, esse fenômeno pode provocar danos e acidentes. As coberturas básicas cobrem esse tipo de dano, desde que não prejudiquem acessórios, como rádios e faróis de milha.

Desmoronamento

O desmoronamento é incluso em coberturas compreensivas, ou seja, que englobam os riscos da básica e alguns elementos extras. É um fenômeno perigoso e comum em várias rodovias e habitações nas cidades brasileiras.

O seguro residencial cobre os danos causados por fenômenos naturais.

Incêndio

Os incêndios são cobertos nas coberturas básicas e podem ter muitas origens, desde problemas elétricos até vazamentos. Portanto em muitos casos, os bens afetados são irrecuperáveis, tornando essa cobertura uma das mais importantes.

Boa parte dos riscos ligados aos fenômenos naturais são inclusos nas coberturas básicas de seguros residenciais e automotivos. Ainda assim, vale ficar de olho nas coberturas adicionais para ter um plano mais completo e personalizado.

A relação entre seguros e fenômenos da natureza pode ser muito positiva se você escolher as coberturas mais adequadas ao seu perfil. Essa é uma forma de se livrar de vários apuros e de garantir apoio e ressarcimento.

Enfim, quer saber mais sobre como lidar com os riscos ambientais? Então, leia o post em que explicamos como se prevenir deles!

Imagens: Sol, céu.


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carro reserva

Carro reserva: tire as dúvidas sobre seu seguro automotivo!

Contar com um seguro automotivo significa proteção ao patrimônio, tranquilidade no cotidiano e aumento da qualidade de vida. Uma grande vantagem é contar com um carro reserva.

Imprevistos acontecem e ter com o que contar nesses momentos faz toda a diferença. Entretanto, após contratar o seguro, algumas dúvidas permanecem, principalmente aquelas relacionadas à cobertura e à utilização dos serviços de assistência como carro reserva.

Separamos para você um artigo com as principais informações sobre o carro reserva. Confira!

O que é necessário para contar com essa assistência?

O carro reserva não faz parte da cobertura básica do seguro. Mas para contar com essa vantagem, o segurado deve optar por esse tipo de assistência no momento da assinatura do contrato.

Entretanto, caso você não tenha incluído o carro reserva na cobertura do seguro, entre em contato com seu corretor para realizar um endosso.

Quando o carro reserva faz parte da cobertura, basta acionar a seguradora. Na ocasião, ela indicará o local de retirada do automóvel.

Portanto ao retirar o veículo, o segurado deverá apresentar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o cartão de crédito (procedimento padrão necessário ao pagamento da franquia em caso de sinistro).

Quando o carro reserva pode ser usado?

O carro reserva não pode ser usado indiscriminadamente. O serviço pode ser acionado nos casos de:

  • roubo ou furto do carro principal;
  • quando o carro segurado estiver em reparo ou manutenção;
  • o carro principal for danificado de forma irreparável (perda total);
  • quando houver sinistros decorrentes de fenômenos naturais (se cobertos pela apólice).

Além dessas limitações, algumas outras podem ser impostas, a depender do seguro. Por isso, é importante conversar com o seu corretor acerca das previsões da apólice.

Família sentada no porta malas de um carro em uma viagem estão todos felizes.

Quais são as condições de uso do carro reserva?

Existem algumas limitações quanto ao uso e você precisa conhecê-las para evitar dores de cabeça. Basicamente, existem 2 condições.

Geralmente, o veículo reserva disponibilizado pela seguradora é um modelo básico (sem opcionais, como ar-condicionado, direção hidráulica etc.). Então é possível desfrutar de um carro com tais recursos. Entretanto, as condições devem ser negociadas com a seguradora e o segurado possivelmente terá que arcar com os custos adicionais.

A segunda diz respeito ao tempo. Assim também, é preciso verificar na apólice qual é o prazo estabelecido pela seguradora para o uso do carro reserva. Quando há limitação de tempo estipulada, o prazo de utilização varia entre 7 e 15 dias. Vale lembrar que, quanto maior o prazo de uso do carro adicional, maior será o valor do investimento no seguro.

Normalmente, as seguradoras têm parcerias e programas de benefícios que oferecem descontos aos contratantes. Por isso, é possível negociar as condições de uso do carro reserva. Ou seja, alugar um carro com desconto quando o período de uso for superior ao da apólice ou optar por outro modelo até a resolução do sinistro.

Quais são os cuidados necessários na hora de contratar?

Antes de incluir o carro reserva na sua apólice, é importante analisar se ela é viável financeiramente. Então o ideal é colocar tudo no papel e verificar qual o acréscimo do serviço. Feito isso, compare o valor adicional ao custo médio das diárias de locação.

Além disso, é imprescindível conhecer bem as condições de uso do carro reserva, uma vez que elas variam de acordo com a seguradora e com o plano contratado.

Outro fator a ser considerado é a existência de eventuais limitações ao uso do veículo reserva. Alguns contratos limitam o número de vezes que essa cobertura pode ser acionada (em alguns casos, o segurado só pode recorrer a ela uma única vez).

Além disso, você deve ficar atento ao uso que faz do veículo, pois algumas corretoras restringem o veículo reserva à utilização pessoal, o que impossibilita que você empregue-o para fins de trabalho.

Por isso incluir o carro reserva na cobertura do seguro traz muitas vantagens. Ficar sem automóvel após o sinistro pode inviabilizar a realização de algumas atividades, inclusive de lazer familiar. Lembre-se de que usar o carro reserva acarreta responsabilidades, no entanto. Por isso, é preciso manter a cautela ao dirigir e evitar riscos!

Portanto, não se esqueça de que o sucesso da proteção do patrimônio depende da escolha da corretora. Enfim, prefira empresas confiáveis e com boa reputação no mercado. Agora que você já sabe tudo sobre o carro reserva, confira como escolher o seguro do carro!

Imagens: Família no carro, motorista.

Reunião entre cinco pessoas, estão todos olhando para um tablet, ambos felizes.

Você já ouviu falar do seguro de vida em grupo? Saiba como funciona

O seguro de vida em grupo é uma modalidade de proteção que pode ser contratada pelas empresas, associações, sindicatos ou funcionários para atender às necessidades de um grupo de pessoas unidas por um interesse comum, ou qualquer outro tipo de vínculo.

O sucesso de uma empresa depende da proteção do patrimônio adquirido, mas também dos cuidados oferecidos à saúde de seus colaboradores. Nesse cenário, o seguro de vida em grupo é o principal aliado dos empreendimentos.

Isso porque ele pode aumentar a qualidade de vida dos funcionários, oferecer aos empresários e membros da empresa a tranquilidade necessária e evitar possíveis perdas financeiras diante de um imprevisto.  Além de ser a mais contratada por oferecer menor custo, quando comparada ao seguro de vida individual, a proteção coletiva tem algumas particularidades.

Confira, a seguir, o que é o seguro de vida em grupo, como ele funciona, quais são as principais diferenças e coberturas.

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Ter um seguro empresarial é indispensável. Afinal, por meio dele é possível proteger o negócio de diversos riscos que podem prejudicar as finanças e destruir todo o trabalho investido na busca do sucesso da empresa.