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Seguro rural: 5 principais dúvidas sobre essa modalidade que visa a redução de perdas

O seguro rural assegura a continuidade das atividades agrícolas

Contratar um seguro rural é essencial para o produtor agrícola, tendo em vista os diversos prejuízos que podem ser causados pelos fenômenos da natureza, como clima, pragas, entre outros, impactando nos preços e na rentabilidade desse setor.

É um recurso importante por se tratar de uma alternativa para tornar o serviço financeiramente estável e reduzir as perdas, já que possibilita a recuperação do valor investido nas lavouras.

Se você quer conhecer melhor os principais pontos a respeito do seguro rural e esclarecer suas dúvidas, continue lendo este texto!

1. Para que serve o seguro rural?

É uma maneira utilizada para proteger o investimento realizado na agricultura, assegurando o recebimento de uma indenização a título de prejuízos provocados por fatores da natureza, como variações de temperatura, chuvas em excesso etc.

Em alguns casos, também poderá cobrir a perda resultante da variação do preço do produto.

A estiagem pode causar muitas perdas na produtividade.

2. Quem pode contratar o seguro rural?

Esse tipo de seguro pode ser contratado por toda pessoa física ou jurídica que faça o cultivo ou produza tipos agraciados pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, conhecido como PSR.

3. Como fazer a contratação desse seguro?

Para fazer a contratação, o produtor deve entrar em contato com uma seguradora devidamente capacitada pelo Ministério da Agricultura no PSR.

Caso já tenha cobertura Proagro ou Proagro Mais para um cultivo, não poderá ser coberto pelo PSR na mesma extensão.

Além disso, o produtor rural não poderá ter nenhum registro de impedimento nos cadastros dos órgãos do governo federal, por exemplo, estar inadimplente com a União.

4. Como solicitar o seguro rural?

Para pedir o seguro rural, o produtor deve apresentar os documentos em dia de sua propriedade e a planta da área total.

É necessário também estar com todos os impostos e demais obrigações pagos. Isso será avaliado por meio do Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin).

Informações sobre outros seguros feitos pelo solicitante também são analisadas e fazem parte do critério de avaliação.

A qualidade dos produtos pode ser comprometida por inúmeros fatores.

5. Como funciona o pagamento da indenização?

O produtor deve avisar a seguradora quando a lavoura sofrer algum sinistro, que é o fato provocador da perda.

Contudo, esse contrato vai estabelecer um limite para definir a partir do quanto de prejuízo o seguro será acionado (faixa de cobertura), que funciona como se fosse a franquia de um outro tipo de seguro.

Depois da comunicação sobre o problema, um perito enviado pela seguradora realizará uma avaliação na lavoura para identificar o valor das perdas. Nesse caso, não poderá haver colheita até a liberação do perito.

Conforme a Superintendência de Seguros Privados (Susep), o prazo para receber a indenização é de, no máximo, 30 dias, contados a partir da efetivação de todos os requisitos por parte do solicitante, em concordância com a regra vigente e respeitado o que estiver estabelecido nos termos contratuais do seguro.

Conseguiu compreender a importância do seguro rural? Por meio dele, é possível assegurar a continuidade das atividades agrícolas e promover maior segurança no que tange à qualidade dos produtos e aos investimentos aplicados.

Gostou deste conteúdo? Então, aproveite para ler também o nosso texto que explica o que é fundo de estabilidade do seguro rural.

Imagens: Milharal, caixa de madeira.

Duas pessoas analisando caixas que estão dentro de uma van, antes de serem entregues.

Descubra agora como se prevenir dos riscos ambientais no transporte

Comumente presentes no ambiente de trabalho, os riscos ambientais no transporte se referem a substâncias ou elementos que podem causar danos à saúde, bem-estar e integridade dos trabalhadores em sua rotina profissional.

Isto é, são fatores inerentes ao ofício que podem prejudicar os profissionais de acordo com a intensidade, concentração, natureza ou tempo de exposição. Nesse contexto, são considerados riscos ambientais: os agentes físicos, como ruídos e vibrações; químicos, como poeiras, neblinas e gases; biológicos, como fungos, parasitas e bactérias, entre outros.

Quer saber mais sobre o assunto? Então, continue a leitura e confira algumas dicas imperdíveis para as empresas se precaverem desses riscos.

Conversa entre duas pessoas, uma está prestes a assinar um contrato sobre medidas que diminuam os riscos ambientais no transporte

Adote medidas que diminuam o risco

Por mais simples que seja, toda atividade profissional pode oferecer algum tipo de risco à saúde dos funcionários de uma empresa. Mas, se o ofício é realizado em locais onde há exposição a agentes nocivos, a organização é obrigada a fornecer equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados aos seus colaboradores.

Os EPIs são ferramentas essenciais na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Além disso, protegem os trabalhadores e permitem que a produtividade não seja afetada pela ocorrência de eventos negativos.

No entanto, como cada função exige medidas específicas, é importante conhecer os riscos, as atividades e eventualidades de cada setor e/ou equipe de trabalho. Assim, será muito mais simples identificar os equipamentos ideais para cada ocupação.

Instrua e fiscalize os colaboradores

Como mencionado, os riscos ambientais no transporte se dividem em agentes físicos, químicos, biológicos, acidentais e ergonômicos. Contudo, antes de prevenir qualquer incidente, é fundamental instruir os funcionários sobre as ameaças a que estão submetidos em sua rotina profissional.

Isso porque quando os colaboradores estão cientes das possíveis situações de perigo, automaticamente eles criam uma consciência sobre a relevância da prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Por isso, é importante promover palestras, seminários e treinamentos para divulgar e informar os profissionais sobre essas condições.

No entanto, não adianta fornecer os equipamentos e instruir os funcionários se eles não utilizarem os equipamentos, certo? Portanto, não deixe de fiscalizar se os trabalhadores fazem bom uso dos EPIs. Em caso de descuido ou negligência, cabe a aplicação de uma advertência.

Evite improvisos

As doenças ocupacionais e os acidentes são ocorrências a serem evitadas a todo custo nos ambientes de trabalho. No entanto, infelizmente, algumas empresas não dão a devida importância à questão e acabam aplicando soluções inadequadas aos contratempos e complicações que acontecem no local.

Assim, vale ressaltar que é fundamental evitar improvisos, isto é, procure seguir a risca as regras da organização e insira o mesmo pensamento em toda equipe.

Várias pessoas em uma mesa estão em uma reunião, duas está dando um aperto de mão.

Contrate um seguro especializado

Outro ponto relevante é que, hoje em dia, todas as transportadoras e empresas do setor rodoviário responsáveis pela condução de cargas perigosas são obrigadas a realizar a previsão dos riscos ambientais e se proteger deles. Portanto, contar com um seguro especializado é fundamental para dispor de tranquilidade e segurança em seus deslocamentos.

Direcionado às empresas do setor, o seguro de transporte ambiental visa garantir as perdas e os danos relacionados às circunstâncias de poluição do meio ambiente decorrentes da carga transportada. Assim, em qualquer situação de acidente ou imprevisto, o benefício pode reparar os danos e, ainda, cobrir os prejuízos da corporação.

Em um cenário competitivo e dinâmico como o atual, um grande desafio das empresas é promover um ambiente de trabalho em que a eficiência e a saúde dos seus funcionários possam conviver em harmonia. Por isso, é fundamental buscar maneiras adequadas de se prevenir de possíveis situações de perigo como os riscos ambientais no transporte.

Quer saber quais medidas adotas para prevenir esses riscos? Então, entre em contato com a LGD Corretora de Seguros e conte com o apoio de uma empresa especializada e reconhecida no mercado.

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Imagens: conversa, aperto de mão.

Esguncho de água em uma lavoura.

Seguro rural: entenda a importância durante a safra verão

O seguro rural é de extrema importância, sobretudo durante a safra de verão.

Quem trabalha com a produção rural está suscetível às intempéries da natureza. Afinal, os fenômenos naturais influenciam diretamente na colheita, nos preços dos produtos e, consequentemente, nos lucros obtidos.

No verão, as variações climáticas são ainda maiores e podem levar à perda de toda a safra. Caso isso ocorra, é importante que o produtor tenha alternativas e consiga recuperar todo o investimento feito. Por isso, é essencial contar com um seguro rural.

Você sabe como o clima interfere na produção rural e como o seguro pode ajudar a evitar prejuízos na safra de verão? Confira neste artigo!

Como as mudanças climáticas podem interferir nas safras?

As condições climáticas e outros fenômenos naturais determinam o sucesso da safra. Cada região e tipo de produto têm suas particularidades e, por vezes, mínimas variações podem acarretar a perda da produtividade da lavoura. Entre os principais fenômenos estão:

  • ventos fortes e/ou frios;
  • incêndio;
  • chuvas acima do necessário;
  • geada;
  • queda de granizo;
  • seca;
  • infestação por pragas;
  • queda de raios;
  • amplas variações de temperatura.

Com tantos determinantes, não é possível contar com a sorte e entregar todo o investimento e trabalho aos cuidados da natureza. Mesmo com boas perspectivas para 2019, não é possível esquecer que tanto cultivos permanentes quanto temporários podem sofrer quebras.

Para evitar os prejuízos, a melhor alternativa é recorrer ao seguro rural. Entenda melhor o que é e como ele resguarda o produtor da perda da safra!

Uma planta nascendo.

O que é o seguro rural?

É um instrumento de política agrícola extremamente importante, pois confere proteção ao produtor rural contra eventuais perdas advindas de fenômenos da natureza, inclusive os climáticos.

Mas não são só as colheitas que o seguro rural protege. Ele abarca também a atividade pecuária, a produção, o crédito para comercialização de produtos, o patrimônio do produtor rural e o risco de morte.

Esse tipo de apólice possibilita a recuperação de investimentos feitos na produção rural quando ela for afetada por uma seca prolongada ou por chuvas mais intensas. Com isso, o produtor consegue evitar ou, ao menos, minimizar os prejuízos.

Qualquer pessoa física ou jurídica pode contratar esse tipo de serviço, desde que cultive culturas de acordo com o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Quais são as modalidades do seguro rural?

Esse tipo de apólice tem produtos específicos para todas as fases do processo produtivo, ou seja, desde o plantio até o beneficiamento e processamento dos produtos.

Em decorrência da alta exposição a riscos financeiros advindos da probabilidade de interferência de fatores naturais, existem programas de subvenção para o pagamento de parte do prêmio do seguro. São eles:

  • seguro agrícola;
  • seguro pecuário;
  • seguro de penhor rural;
  • seguro de cédula do produto rural;
  • seguro de vida do produtor rural;
  • seguro de benfeitorias e produtos agropecuários;
  • seguro de florestas;
  • seguro aquícola.

Como o seguro rural é uma alternativa à perda da lavoura?

São inúmeras as variáveis que condicionam a quantidade e a qualidade da produção. No verão, estação marcada por chuvas intensas e fortes variações climáticas, as safras ficam ainda mais suscetíveis às intempéries da natureza.

Nessa época do ano, não é muito raro que os fenômenos naturais ocasionem prejuízos à colheita e, em alguns casos, até mesmo sua perda. Nessas horas, é fundamental contar com alternativas, como um seguro.

Além da proteção ao investimento e indenização em caso de sinistro, contratar o seguro rural significa conferir estabilidade financeira ao negócio, reduzir as perdas, gerar empregos no campo e estimular a implementação de técnicas e tecnologias na produção.

Vale lembrar também que o seguro reduz o êxodo rural, uma vez que possibilita a redução da inadimplência (decorrentes das perdas das produções) junto às financeiras. Consequentemente, os produtores conseguem perpetuar as atividades de plantio e permanecer no mercado.

Como você pode perceber, o seguro rural é de extrema importância, sobretudo durante a safra de verão. Investir nesse tipo de proteção é fundamental para evitar os prejuízos e garantir os lucros futuros.

Ficou com alguma dúvida sobre o seguro? Então entre em contato conosco. Certamente, nós encontraremos a melhor proteção para a sua safra!

Imagens: Plantação, terra.

O que é o fundo de estabilidade do seguro rural FESR?

Como resultado às constantes mudanças climáticas que ocorre no Brasil, foi criado por meio do Decreto-Lei n°73, no dia 21 de novembro de 1966, o Fundo de Estabilidade do Seguro Rural (FERS), com o objetivo de manter e assegurar o equilíbrio das operações relativas ao seguro rural no país e proteger contra os riscos de desastres característicos dessas atividades.

Elaboramos este texto para mostrar o que é e os principais pontos desse recurso tão importante para a expansão rural. Acompanhe!

Qual é a finalidade do Fundo de Estabilidade do Seguro Rural?

Em suma, conservar e garantir a constância das atividades agrícolas nacionais. Como resultado fornecer a cobertura adicional para as seguradoras contra riscos de catástrofes climáticas que atinjam a atividade rural.

Como resultado, foi aprovado em agosto de 2010 o Fundo de Catástrofe, aguardando regulamentação, com o objetivo de substituir o FESR. A perspectiva é que esse novo fundo dará confiabilidade e segurança ao sistema. Além disso da chance de contribuir para a diminuição do valor dos prêmios e o desenvolvimento do seguro rural.

Uma pequena planta saindo da terra.
As condições climáticas e outros fenômenos determinam o sucesso da safra.

Como é o seu funcionamento?

O gestor do FESR, chamado IRB-Brasil, e as seguradoras readquirem do FESR as parcelas das indenizações pagas, líquidas de gastos administrativos e comissões de corretagem. Que se fixarem entre 100% e 150% dos prêmios puros.

Assim sendo parcelas superiores a 250% daqueles prêmios, a título de catástrofe, também podem ser recuperadas. Nestes termos enquadram-se os seguros de penhor rural.

Sem a possibilidade de resgate com o FESR está o limite de 150% a 250% de sinistralidade. Contudo, para se protegerem as seguradoras contratam cobertura de resseguro. As seguradoras garantidas são as que trabalham com as modalidades:

  • seguro pecuário;
  • seguro agrícola;
  • seguro floresta;
  • seguro aquícola;
  • seguro de penhor judicial.

Qual a diferença entre seguro rural e seguro agrícola?

É comum as pessoas confundirem as terminologias utilizadas na atividade agropecuária. Entretanto um equívoco frequente é entre seguro privado e programas de governo atribuídos a pequenos e médios agricultores familiares para o pagamento de custos agrícolas em situações de fenômenos naturais divergentes.

diferença elementar entre seguro rural e seguro agrícola é:

  • rural, grupo vasto de seguros dirigidos à agricultura e pecuária;
  • agrícola, subdivisão do gênero de seguro rural, encaminhado à culturas permanentes e temporárias.

Como é a estrutura do seguro rural?

Portanto, o seguro rural funciona da seguinte maneira:

Seguradoras

Favorecidas da subvenção de governo, instituem contratos com os produtores rurais, se responsabilizando por uma parte menor do risco. Normalmente menor que 10% do risco de perdas da produção.

Resseguradoras

Responsabilizam pela maior parte do risco. Assim sendo, possuem papel importante na expansão do seguro agrícola no Brasil. Além de transferirem conhecimentos práticos das suas operações para o mercado interno.

Governo Federal

Concede o Programa de Subvenção do Prêmio do Seguro Rural. Que paga parte do valor do seguro contratado pelos produtores nas seguradoras. A subvenção varia entre 30% a 70% do prêmio, conforme a modalidade do seguro e a cultura agrícola. Entretanto, não está comprovada nenhuma ação de sucesso nos seguros rurais sem a participação dos governos federais em seus países de origem.

Como a seguradora tem acesso ao Fundo de Estabilidade do Seguro Rural?

Com 90 dias anteriores ao começo do exercício do FESR (01 de janeiro a 30 de dezembro), as seguradoras devem apresentar para a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias, o plano de operações com os seguintes dados:

  • relação das unidades federativas e culturais onde desejam atuar em cada exercício do fundo, respeitando, as orientações do zoneamento agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ou instituições oficiais de pesquisas, se as transações englobam o seguro agrícola;
  • programa de resseguro, caso houver, referente a cada modalidade escolhida para atuação e conforme padrão definido disponibilizados pelo gestor;
  • indicadores de distribuição de risco.

Portanto, a garantia do FESR está ligada à aprovação da Susep em relação às condições contratuais e à Nota Técnica Atuarial (NTA) para cada exercício do fundo e a aprovação da NTA é condicionada à apresentação da cobertura de resseguro.

Enfim, conseguiu perceber a importância do Fundo de Estabilidade do Seguro Rural? Em resumo, ele dá maior tranquilidade aos produtores rurais que correm todo ano riscos ou prejuízos provocados às lavouras e reforçando os seguros contratados. Gostou deste texto? Compartilhe em suas redes sociais e ajude seus amigos a se informarem sobre o assunto!

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